Como podemos eliminar a fonte mais profunda de toda experiência insatisfatória? Apenas cultivando certas qualidades dentro do nosso fluxo mental.
Estamos cercados por problemas e, se procurarmos a sua origem, veremos que eles surgem por causa do nosso egoísmo: tendemos a buscar nossos próprios interesses em detrimento dos outros. As nossas diversas tradições religiosas existem para nos ajudar a reduzir esses problemas. Todas ensinam caminhos para superar o sofrimento cultivando amor e compaixão, tolerância, paciência e contentamento.
A fonte última da minha felicidade mental é a minha paz de espírito. Nada pode destruí-la, exceto a minha própria raiva.
A fonte última da felicidade não é dinheiro e poder, mas a ternura do coração.
Compaixão e amor constituem a não-violência em ação. Elas são a fonte de todas as qualidades espirituais: perdão, tolerância, todas as virtudes. Elas dão sentido às nossas atividades e as tornam construtivas. Não há nada de admirável em ser rico ou altamente educado; somente quando o indivíduo tem um coração caloroso é que esses atributos se tornam valiosos.
Uma mente comprometida com a compaixão é como um reservatório transbordante — uma fonte constante de energia, determinação e bondade.
Amor e compaixão são a fonte última da felicidade humana, e a necessidade deles está bem no centro do nosso ser.