Com a chegada do Ano Novo, todas as portas fechadas das limitações serão abertas, e eu me moverei por elas em direção a campos mais vastos, onde meus sonhos valiosos de vida serão cumpridos.
Nascimento e morte são inevitáveis para o homem apenas no estado de ignorância em que ele pensa que é o corpo e não consegue existir sem ele. Só o homem que não buscar o despertar da sabedoria deve sofrer os pesadelos e sonhos ilusórios do nascimento e da morte, e as misérias e limitações imaginárias que os acompanham.
Quando um homem, no processo de sonhar, se torna consciente de que está sonhando, ele já não se identifica com os fenômenos; não é afetado nem com euforia nem com tristeza. Deus sonha conscientemente a Sua peça cósmica e não é afetado pelas suas dualidades. Um yogi que percebe o seu verdadeiro eu como separado dos seus sentidos ativos e dos seus objetos nunca se apega a nada. Ele está ciente da natureza onírica do universo e o observa sem se enredar na sua natureza complexa, mas efêmera.
A visualização correta, exercitada pela concentração e pelo poder da vontade, nos permite materializar pensamentos — não apenas como sonhos ou visões no reino mental, mas também como experiências no reino material.