Nós somos os criadores da nossa própria felicidade e do nosso próprio sofrimento, pois tudo se origina na mente.
A felicidade é a forma mais elevada de saúde.
Esquecemos que, apesar das diferenças superficiais entre nós, as pessoas são iguais no desejo fundamental de paz e felicidade.
Creio que todas as religiões buscam os mesmos objetivos: cultivar a bondade humana e trazer felicidade a todos os seres humanos. Embora os meios possam parecer diferentes, os fins são os mesmos.
A felicidade mais elevada é quando se alcança o estágio da libertação, em que já não há mais sofrimento.
Em última análise, a razão pela qual o amor e a compaixão trazem a maior felicidade é simplesmente que nossa natureza os estima acima de tudo. A necessidade de amor está na própria base da existência humana.
O sentido da vida é a felicidade.
A fonte última da minha felicidade mental é a minha paz de espírito. Nada pode destruí-la, exceto a minha própria raiva.
Diz-se no Tibet que “na porta do rico miserável dorme o mendigo satisfeito”. O ponto dessa frase não é que a pobreza seja virtude, mas que a felicidade não vem com a riqueza; vem de estabelecer limites para os próprios desejos e viver dentro desses limites com satisfação.
Ser gentil, honesto e ter pensamentos positivos; perdoar aqueles que nos fazem mal e tratar todos como amigos; ajudar os que sofrem e nunca considerar-nos superiores a ninguém. Mesmo que esse conselho pareça um tanto simples, faça o esforço de ver se, ao segui-lo, você encontra uma felicidade maior.
A compaixão deve ser imparcial e baseada no reconhecimento de que os outros têm o direito à felicidade, assim como você.
O sentido da vida é a felicidade.
Todo ser, até aqueles que são hostis a nós, tem o mesmo medo de sofrer que nós temos e busca a felicidade do mesmo modo que nós. Cada pessoa tem o mesmo direito que nós temos de ser feliz e não sofrer. Então cuidemos dos outros com todo o coração — de nossos amigos e de nossos inimigos. Essa é a base da verdadeira compaixão.
Seja um bom ser humano, uma pessoa afetuosa e de coração quente. Essa é minha crença fundamental. Ter um senso de cuidado e sentir compaixão traz felicidade e paz de espírito para si e, automaticamente, cria um ambiente positivo.
Precisamos aprender a desejar o que temos, e NÃO ter o que desejamos para obter uma felicidade estável e duradoura.
A fonte última da felicidade não é dinheiro e poder, mas a ternura do coração.
Não vejo razão para que animais sejam abatidos para servir de alimento humano, quando há tantas alternativas. Afinal, o homem pode viver sem carne. Apenas alguns animais carnívoros precisam subsistir de carne. Matar animais por esporte, por prazer, por aventuras, e por causa de peles e couros é um fenômeno ao mesmo tempo repugnante e angustiante. Não há justificativa para se entregar a tais atos de brutalidade... A vida é tão preciosa para um ser mudo quanto é para um homem. Assim como alguém deseja a felicidade e teme a dor, assim como alguém quer viver e não morrer, assim também outros seres.
Nossos professores mais valiosos são nossos inimigos. Enquanto nossos amigos podem nos ajudar de muitas maneiras, somente nossos inimigos podem nos oferecer o desafio de que precisamos para desenvolver tolerância, paciência e compaixão — três virtudes essenciais para construir caráter, desenvolver paz de espírito e trazer-nos verdadeira felicidade.
Devemos praticar mostrando uns aos outros amor e ajudando uns aos outros. É um erro perseguir a felicidade e buscar evitar o sofrimento enganando e humilhando outras pessoas. Devemos tentar alcançar a felicidade e eliminar o sofrimento sendo de coração bom e bem-comportados.
Eu não sei se o universo, com suas incontáveis galáxias, estrelas e planetas, tem um significado mais profundo ou não, mas ao menos é claro que nós, seres humanos, que vivemos nesta Terra, enfrentamos a tarefa de construir uma vida feliz para nós mesmos. Portanto, é importante descobrir o que trará o maior grau de felicidade.
Os cientistas podem estudar principalmente a matéria, mas não podem ignorar a mente humana, nem a consciência: praticantes espirituais podem estar envolvidos principalmente em desenvolver a mente, mas não podem ignorar completamente suas necessidades físicas. É por isso que sempre enfatizei a importância de unir as duas abordagens — a mental e a material — para alcançar a felicidade da humanidade.
O que une todos os seres é o desejo de felicidade.
Os seres humanos não são intrinsecamente egoístas; isso nos isola dos outros. Somos essencialmente animais sociais que dependem dos outros para atender às nossas necessidades. Alcançamos felicidade, prosperidade e progresso por meio da interação social. Portanto, ter uma atitude gentil e prestativa contribui para a felicidade própria e dos outros.
A raiz da felicidade é o altruísmo — o desejo de servir aos outros.
A ternura no coração e o cuidado com o bem-estar dos outros são uma condição para a felicidade, quer você seja religioso ou não.