Iluminação ou despertar não é a criação de um novo estado de coisas, mas o reconhecimento do que já é.
A iluminação permanece não realizada enquanto for considerada como um estado específico a ser alcançado, e para o qual existem padrões de sucesso.
É um tipo especial de iluminação sentir que o comum — o modo como as coisas normalmente são — é estranho, inusitado e altamente improvável. G.K. Chesterton certa vez disse que é uma coisa se maravilhar com uma górgona ou um grifo, criaturas que não existem; mas é outra coisa, e muito mais elevada, se maravilhar com um rinoceronte ou uma girafa, criaturas que existem e parecem como se não existissem. Esse sentimento de estranheza universal inclui uma admiração básica e intensa pelo sentido das coisas.