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Citacoes sobre a Raiva por Dalai Lama

  • A compaixão combina com a nossa condição física, enquanto a raiva, o medo e a desconfiança são prejudiciais ao nosso bem-estar. Portanto, assim como aprendemos a importância da higiene física para a saúde física, para garantir mentes saudáveis, precisamos aprender algum tipo de higiene emocional.
  • Tempos difíceis constroem determinação e força interior. Através deles, também podemos aprender a inutilidade da raiva.
  • O modo correto de lidar com a infelicidade mental deve estar também dentro da mente. No nível emocional, raiva, medo e preocupação trazem infelicidade. Os cientistas dizem que isso ataca o nosso sistema imunológico. Por outro lado, também estamos equipados com um senso de afeição e preocupação compassiva pelo bem-estar dos outros.
  • A fonte última da minha felicidade mental é a minha paz de espírito. Nada pode destruí-la, exceto a minha própria raiva.
  • Seja no nível individual, familiar, local, nacional ou internacional, a paz deve nascer da paz interior. Por exemplo: fazer orações pela paz enquanto continua abrigando raiva é inútil. Treinar a mente e superar sua raiva é muito mais eficaz do que apenas orar. Raiva, ódio e ciúme nunca resolvem problemas; apenas afeto, cuidado e respeito podem fazê-lo.
  • A raiva é o verdadeiro destruidor das nossas boas qualidades humanas; um inimigo com uma arma não pode destruir essas qualidades, mas a raiva pode. A raiva é nosso verdadeiro inimigo.
  • Se nós, seres humanos, dependermos apenas do desenvolvimento material, não podemos ter certeza de um resultado positivo. Empregar tecnologia motivada por raiva e ódio tende a ser destrutivo. Só será benéfica se buscarmos o bem-estar de todos os seres. Os seres humanos são a única espécie com potencial para destruir o mundo. Por causa dos riscos do desejo e da ganância sem limites, precisamos cultivar contentamento e simplicidade.
  • Desenvolver amor e compaixão e reduzir a raiva e a malícia é uma atividade universal que não exige fé em nenhuma religião em particular.
  • A depressão parece estar relacionada ao medo, à raiva e à frustração. Quando você está num mau humor, mesmo encontrando seus amigos, não sente prazer na companhia deles. Mas quando você está num bom humor, mesmo que as coisas dêem errado, você consegue lidar com elas sem dificuldade. Por isso, colocar-se num bom humor e fazer questão de desenvolver uma disposição de bondade amorosa lhe dá mais força interior.
  • Não basta ser compassivo. Você deve agir. Há dois aspectos na ação. Um é superar as distorções e aflições da própria mente — isto é, acalmar e, por fim, dissipar a raiva. Esta é uma ação nascida da compaixão. O outro é mais social, mais público. Quando algo precisa ser feito no mundo para corrigir as injustiças, e se alguém realmente se preocupa em beneficiar os outros, é necessário envolver-se, participar.
  • A paz verdadeira se baseia na paz interior, porque não se pode construir paz sobre a base da raiva.
  • A felicidade não pode vir do ódio nem da raiva. Ninguém pode dizer: “Hoje estou feliz porque esta manhã eu estava com raiva.” Pelo contrário, as pessoas se sentem inquietas e tristes e dizem: “Hoje eu não estou muito feliz, porque perdi a paciência esta manhã.”
  • Na maioria das vezes, a raiva é, na verdade, um sinal de fraqueza, não de força.