Na aplicação do Satyagraha, eu descobri, nos estágios mais iniciais, que a busca da Verdade não admitia que a violência fosse infligida ao oponente; mas que ele deveria ser afastado do erro com paciência e simpatia. Pois o que parece ser verdade para um pode parecer erro para o outro. E paciência significa sofrer por si mesmo. Assim, a doutrina passou a significar a vindicação da Verdade — não pela imposição de sofrimento ao oponente, mas pelo próprio auto-sofrimento.
Minha oposição aos socialistas e aos outros consiste em atacar a violência como meio de realizar qualquer reforma duradoura.
Uma lei injusta, por si só, é um ato de violência.
A violência começa na forquilha.
Eu tive contato com todo anarquista indiano conhecido em Londres. A coragem deles me impressionou, mas senti que o entusiasmo deles estava equivocado. Eu senti que a violência não era remédio para os males da Índia, e que a civilização dela exigia o uso de uma arma diferente e mais elevada para a autodefesa. — Hind Swaraj
Não é não-violência amar apenas aqueles que nos amam. Não-violência é amar aqueles que nos odeiam.
A não-violência, que é qualidade do coração, não pode vir por um apelo ao cérebro.