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Citacoes sobre o Espiritual por Carl Jung

  • O melhor trabalho político, social e espiritual que podemos fazer é retirar a projeção da nossa sombra sobre os outros.
  • Com tanta frequência, entre os chamados “primitivos”, encontramos personalidades espirituais que inspiram respeito imediatamente, como se fossem o produto plenamente amadurecido de um destino ininterrupto.
  • Nosso intelecto realizou as coisas mais extraordinárias, mas, entretanto, nossa morada espiritual caiu em ruínas.
  • ... a alma não requer os órgãos dos sentidos para ver, ouvir, cheirar, saborear e sentir, num estado muito mais perfeito; mas com essa grande diferença: nesse estado, ela está em conexão muito mais próxima com o espiritual do que com o mundo material.
  • Num relâmpago de iluminação, ficou claro para mim que o único objetivo possível para mim era a psiquiatria. Só aqui as duas correntes do meu interesse podiam fluir juntas e, num fluxo unido, cavar o próprio leito. Aqui estava o campo empírico comum aos fatos biológicos e espirituais, que eu buscara em toda parte e não encontrara em lugar algum. Aqui, enfim, era o lugar onde o encontro entre natureza e espírito se tornava realidade.
  • O inconsciente coletivo contém toda a herança espiritual da evolução da humanidade, nascida de novo na estrutura cerebral de cada indivíduo.
  • O inconsciente não é apenas mal por natureza; ele também é a fonte do bem mais elevado: não só sombra, mas também luz; não só bestial, semihumano e demoníaco, mas também sobre-humano, espiritual e, no sentido clássico da palavra, “divino”.
  • Antropólogos muitas vezes descreveram o que acontece a uma sociedade primitiva quando seus valores espirituais são expostos ao impacto da civilização moderna. Seu povo perde o sentido da vida, a organização social se desintegra e eles mesmos decaem moralmente. Agora estamos na mesma condição. Mas nunca entendemos de verdade o que perdemos, pois infelizmente nossos líderes espirituais estavam mais interessados em proteger suas instituições do que em compreender o mistério que os símbolos apresentam.