O próprio desejo de libertação mostra que a liberdade de toda prisão é a nossa natureza real. Não é algo a ser adquirido de modo novo. Tudo o que é necessário é eliminar a falsa ideia de que estamos presos.
Saiba que erradicar a identificação com o corpo é caridade, austeridade espiritual e sacrifício ritual; é virtude, união divina e devoção; é céu, riqueza, paz e verdade; é graça; é o estado de silêncio divino; é a morte sem morte; é jnana, renúncia, libertação final e bem-aventurança.
A libertação existe — e você nunca será libertado.