Qualquer forma material, pensamento ou sentimento — passado ou presente — deve ser considerado: ‘Isto não é meu; isto não é o que eu sou; isto não é o meu eu.’
Assim como a serpente troca de pele, devemos desfazer nosso passado, repetidas vezes.
Dentro deste momento — o único momento que existe — o passado, o presente e o futuro estão contidos.
Solte o passado, solte o futuro e solte o presente (frente, trás, meio). Ao atravessar para a margem mais distante da existência, com a mente liberada por toda parte, não sofra mais o nascimento e a decadência.