Quando esse amor — o dom celestial da Natureza — aparece no coração, ele remove todas as causas de excitação do sistema e o resfria até um estado perfeitamente normal; e, ao mesmo tempo, revigora as potências vitais, expulsando todas as matérias estranhas — os germes das doenças — por meios naturais (sudorese e assim por diante). Assim, ele torna o homem perfeitamente saudável no corpo e na mente, e o capacita a compreender corretamente a orientação da Natureza.
As oito prisões ou armadilhas são: ódio, vergonha, medo, tristeza, condenação, preconceito racial, orgulho da família e complacência. A remoção das oito prisões conduz à magnanimidade do Coração.
Os antigos yogis descobriram que o segredo da consciência cósmica está intimamente ligado ao domínio da respiração. Esta é a contribuição única e imortal da Índia para o tesouro de conhecimento do mundo. A força vital, que normalmente é absorvida em manter o “bombeamento” do coração, deve ser libertada para atividades mais elevadas por um método de acalmar e imobilizar as exigências incessantes da respiração.
O amor comum é egoísta, enraizado sombriamente em desejos e satisfações. O amor divino não tem condição, não tem limite, não muda. O fluxo do coração humano desaparece para sempre no toque transfixante do amor puro.