Um escritor e orador britânico conhecido por suas interpretações da filosofia oriental para o público ocidental. Suas obras sobre temas como Budismo Zen, Taoísmo e a natureza da realidade introduziram muitos ao pensamento oriental. Watts explorou a interconexão da vida e a natureza da consciência, frequentemente usando humor e linguagem acessível para tornar conceitos espirituais complexos relacionáveis. Suas percepções sobre a natureza da existência e do eu continuam a inspirar e informar a espiritualidade contemporânea.
Ao substituir o medo do desconhecido por curiosidade, abrimos a nós mesmos um fluxo infinito de possibilidades. Podemos deixar o medo governar nossas vidas, ou podemos nos tornar como crianças com curiosidade, empurrando nossos limites, saindo das nossas zonas de conforto e aceitando o que a vida nos coloca diante.
A vida existe apenas neste exato momento, e neste momento ela é infinita e eterna, pois o momento presente é infinitamente pequeno; antes que possamos medi-lo, ele já passou — e, ainda assim, existe para sempre.
Sentimos que nossas ações são voluntárias quando seguem uma decisão e involuntárias quando acontecem sem decisão. Mas, se a própria decisão fosse voluntária, cada decisão teria de ser precedida por uma decisão de decidir — uma regressão infinita que, felizmente, não ocorre. Estranhamente, se tivéssemos de decidir para decidir, não seríamos livres para decidir.