O homem propõe; Deus dispõe, diz um antigo provérbio. Isso não significa que Deus esteja sempre se opondo ao que o homem faz. O que realmente acontece é que, quando o homem age por meio do seu egoísmo, violando a lei eterna de Deus, ele naturalmente se sente frustrado — sendo repelido pela Lei da Verdade.
Quem sabe, não sabe; quem não sabe, sabe. Esta é uma afirmação das Upanishads, significando que aquele que realizou a Verdade não tem consciência de personalidade; e aquele que a tem não conhece a Verdade.
As quatro nobres verdades do Buda — que há sofrimento, que há uma causa para o sofrimento, que há um caminho de saída do sofrimento e que existe um estado além do sofrimento — são prova suficiente de que ele não era um niilista no sentido como a palavra é usada hoje, mas um homem prático, com olhos para fazer algo, e não apenas conjecturar sobre a Verdade e sua realização.