Vivemos tentando fazer com que nossa fraqueza pareça força, nosso sentimento pareça amor, nossa covardia pareça coragem — e assim por diante.
Ela não é mais autossacrificante? Ela não tem mais coragem? Sem ela, o homem não seria. Se a não-violência deve ser a lei do nosso ser, o futuro está com as mulheres.
Tenham coragem! Sou eu. Não tenham medo. — Marcos 6:50
Coragem é a primeira virtude que torna todas as outras virtudes possíveis.
O amor gera coragem; a moderação cria abundância; e a humildade gera poder.
Embora o caminho seja claro e suave para os homens de boa vontade, quem o percorre não vai longe, e só o fará com dificuldade, se não tiver bons pés — isto é, coragem e um espírito perseverante.
Coragem é um caso de amor com o desconhecido.
É apenas sua identificação com o seu próprio pensamento/mente que o torna feliz ou infeliz. Rebele-se contra sua escravidão à mente; veja seus grilhões como criados por você mesmo e quebre as correntes do apego e da repulsa. Mantenha em mente seu objetivo de liberdade, até que nasça em você a certeza de que você já está livre. A liberdade não é algo no distante futuro que se conquista com esforços dolorosos; é, perenemente, algo que já é seu — para ser usado! A libertação não é uma aquisição, mas uma questão de coragem: a coragem de acreditar que você já é livre e agir de acordo com isso.
A coragem de trabalhar conosco mesmos nasce como confiança básica em nós, como uma espécie de otimismo fundamental.
Pare, olhe, investigue, faça as perguntas certas, chegue às conclusões corretas e tenha coragem de agir sobre elas — e veja o que acontece. Os primeiros passos podem derrubar o telhado sobre a sua cabeça, mas logo a agitação se dissipará e haverá paz e alegria.
Ter coragem diante de tudo o que vier na vida — tudo está nisso.
Nunca devemos demonstrar qualquer tipo de aversão ao sankirtana-yajna, que é um sacrifício perfeito, completo com as sete formas de sacrifício. Se tivermos um amor que vai crescendo gradualmente por isso, então tudo será realizado e alcançaremos a perfeição última. Apenas pregue com entusiasmo e coragem as palavras de Rupa e Raghunatha, com dedicação completa aos seguidores de Sri Rupa.
Esse profundo sentimento de que “eu sou abençoado” pode ajudá-lo a superar qualquer obstáculo na vida. Ele lhe dá coragem e confiança e abrirá espaço para que a graça se derrame sobre você.
Lembre-se: quando você deixar esta terra, não poderá levar nada do que recebeu — apenas o que você deu: um coração pleno, enriquecido por serviço honesto, amor, sacrifício e coragem.
Infelizmente, você não consegue eliminar a inquietação mental meditando por um dia ou por um mês; você precisa fazer esforços regulares e incansáveis por muitos anos. À medida que o sadhaka (aquele que pratica meditação) continua eliminando e removendo as causas da inquietação mental, estados de paz mental são gerados. Quando o sadhaka alcança estados mais elevados de meditação, começam a fluir correntes de paz para a mente do sadhaka, gerando qualidades como modéstia, entusiasmo, coragem e paciência. Depois disso, o sadhaka se torna dependente da meditação.
Chamar coragem para agir é sempre a mesma coisa, independentemente de quão grande ou pequena pareça ser a dificuldade. O que pode parecer um pequeno ato de coragem ainda é coragem. O importante é estar disposto a dar um passo à frente.
Não tenha medo de ser santo! Tenha coragem e humildade para se apresentar ao mundo decidido a ser santo, pois a liberdade plena e verdadeira nasce da santidade.
Coragem é o objetivo dos covardes.
A esperança tem duas filhas belas; seus nomes são Raiva e Coragem. Raiva do modo como as coisas são, e Coragem para ver que elas não permaneçam assim.
Não é a vida que importa; é a coragem que você leva para ela.
Precisamos ter coragem para apostar em nossas ideias, assumir o risco calculado e agir. Viver todos os dias exige coragem para que a vida seja eficaz e traga felicidade.
O caminho do yoga está tão completamente cheio de inúmeras dificuldades que o sadhaka que não consegue lutar contra essas dificuldades com entusiasmo, fé, paciência e coragem jamais trilhará o caminho do yoga.
O amor é desinteressado quando é dado simplesmente para agradar o outro, sem qualquer expectativa de retorno. O amor desinteressado é oferecido num espírito de gratidão, entusiasmo e coragem. Ele dá uma satisfação interior que faz todos os prazeres egoístas parecerem pálidos em comparação.
Não há nada que não fique mais fácil com a prática. Os buddhas do passado começaram como seres comuns. Eles não eram buddhas no começo. O caminho para a buddheidade é percorrido apenas desenvolvendo, gradualmente, mais e mais coragem e DETERMINAÇÃO — então é alcançado.
Fé, coragem, otimismo, olhar para frente nos trazem uma vida nova e mais vida. Futilidade, frustração, viver no passado não são apenas características de “velhice”; elas contribuem para isso.