Uma figura chave na introdução das filosofias indianas ao mundo ocidental. Ele é renomado por seus discursos no Parlamento das Religiões Mundiais em 1893, onde falou sobre a universalidade da espiritualidade e a importância da tolerância religiosa. Seus ensinamentos enfatizaram a necessidade de desenvolvimento espiritual pessoal e a ideia de servir à humanidade como uma forma de adoração. Ele desempenhou um papel crucial no renascimento do hinduísmo e na promoção da filosofia Vedanta globalmente. Seu trabalho inspirou muitos a explorar o pensamento espiritual e filosófico.
Tente um pouco mais, e a meditação vem. Você não sente o corpo nem qualquer outra coisa. Quando você sai dela depois de uma hora, você teve o descanso mais belo que já teve na vida. Esse é o único modo de dar descanso ao seu sistema. Nem mesmo o sono mais profundo lhe dá um descanso assim.
Realizar o espírito como espírito é religião prática. Tudo o mais é bom, contanto que conduza a essa grande ideia. Essa realização deve ser alcançada por renúncia, por meditação — renúncia de todos os sentidos, cortando os nós, as correntes que nos prendem à matéria.
A maior ajuda para a vida espiritual é a meditação.
Meditação é uma espécie de oração, e oração é meditação. A meditação mais alta é pensar em nada. Se você conseguir permanecer por um momento sem pensamentos, virá um grande poder.
O pensamento cessa na meditação; até os elementos da mente ficam bem quietos. A circulação do sangue para. A respiração dele para, mas ele não está morto.