Uma figura chave na introdução das filosofias indianas ao mundo ocidental. Ele é renomado por seus discursos no Parlamento das Religiões Mundiais em 1893, onde falou sobre a universalidade da espiritualidade e a importância da tolerância religiosa. Seus ensinamentos enfatizaram a necessidade de desenvolvimento espiritual pessoal e a ideia de servir à humanidade como uma forma de adoração. Ele desempenhou um papel crucial no renascimento do hinduísmo e na promoção da filosofia Vedanta globalmente. Seu trabalho inspirou muitos a explorar o pensamento espiritual e filosófico.
Que as igrejas preguem doutrinas, teorias, filosofias à vontade do coração; mas quando se trata de adoração — a parte real e prática da religião — deve ser como Jesus diz: “Quando orares, entra no teu aposento, e, fechada a tua porta, ora a teu Pai que está em secreto”.
O reino dos céus está dentro de nós. A ideia judaica era um reino dos céus sobre esta terra. Esse não era o pensamento de Jesus.
É uma afirmação irracional acreditar nos ensinamentos de Jesus Cristo e, ao mesmo tempo, sustentar que a maior parte dos ensinamentos dele não se aplica ao tempo presente. Se você disser que a razão pela qual os poderes não seguem aqueles que acreditam (como Cristo disse que seguiriam) é porque você não tem fé suficiente e não é puro o bastante — então tudo bem. Mas dizer que eles não se aplicam ao tempo presente é ridículo.