Uma figura chave na introdução das filosofias indianas ao mundo ocidental. Ele é renomado por seus discursos no Parlamento das Religiões Mundiais em 1893, onde falou sobre a universalidade da espiritualidade e a importância da tolerância religiosa. Seus ensinamentos enfatizaram a necessidade de desenvolvimento espiritual pessoal e a ideia de servir à humanidade como uma forma de adoração. Ele desempenhou um papel crucial no renascimento do hinduísmo e na promoção da filosofia Vedanta globalmente. Seu trabalho inspirou muitos a explorar o pensamento espiritual e filosófico.
Nem números, nem poderes, nem riqueza, nem aprendizado, nem eloquência, nem qualquer outra coisa prevalecerão — mas a pureza, vivendo a vida, em uma palavra: anubhuti, realização. Que haja uma dúzia de almas-leão em cada país: leões que romperam seus próprios laços, que tocaram o Infinito, cuja alma inteira foi para Brahman — e que não se importam com riqueza, poder ou fama. E isso será suficiente para abalar o mundo.
Para onde você irá para buscar Brahman? Ele está imanente em todos os seres. Aqui, aqui está o Brahman visível! Vergonha para aqueles que, negligenciando o Brahman visível, voltam a mente para outras coisas! Aqui está o Brahman visível diante de você, tão tangível quanto uma fruta na mão! Você não consegue ver? Aqui—aqui—está Brahman!
Que Aquele que é o Brahman dos hindus, o Ahura-Mazda dos zoroastrianos, o Buda dos budistas, o Jeová dos judeus, o Pai no Céu dos cristãos te dê força para realizar sua nobre ideia.