Uma figura chave na introdução das filosofias indianas ao mundo ocidental. Ele é renomado por seus discursos no Parlamento das Religiões Mundiais em 1893, onde falou sobre a universalidade da espiritualidade e a importância da tolerância religiosa. Seus ensinamentos enfatizaram a necessidade de desenvolvimento espiritual pessoal e a ideia de servir à humanidade como uma forma de adoração. Ele desempenhou um papel crucial no renascimento do hinduísmo e na promoção da filosofia Vedanta globalmente. Seu trabalho inspirou muitos a explorar o pensamento espiritual e filosófico.
A química deixa de melhorar quando se encontra um elemento a partir do qual todos os outros podem ser deduzidos. A física deixa de progredir quando se encontra uma força da qual todas as outras são manifestações. Assim também a religião deixa de progredir quando se alcança a unidade — o que acontece com o hinduísmo.
A Alma não é composta de nenhum material. Ela é unidade indivisível. Portanto, deve ser indestrutível.
Há apenas uma Alma no Universo. Não há ‘você’ nem ‘eu’; toda variedade se funde na unidade absoluta, na única existência infinita — Deus.
Jiva (alma individual) é o governante consciente deste corpo, no qual os cinco princípios vitais se unem; e, ainda assim, esse próprio Jiva é o Atman, porque tudo é Atman.