Ninguém é pecador; ninguém é santo também; se a mente é colocada em Kutastha, então não há pecado; caso contrário, se a mente está voltada para fora, há pecado; em outras palavras, quando a mente não está em Kutastha, ela está no pecado.
Avidya, a ignorância, é o estado externo da mente; Bidya, o Conhecimento, é o equilíbrio resultante após o Kriya.
Quando a mente está serena, ela não deseja desnecessariamente. No estado além do desejo, não se realizam obras desnecessárias.
A mente não deve ser feita para fora. Qual o benefício se a mente e os olhos estão tranquilos, mas o corpo não? Hoje, o fôlego não sai, e muitas dependências são geradas.
Aquilo que salva você da mente (respiração inquieta), ou manasa, chama-se Mantra; aquilo que salva você do apego ao corpo chama-se Tantra.
Eu vi um Vazio puro — Brahma — o Si mesmo último. A mente deve ser dissolvida Nele.
Ninguém é pecador; a própria mente é o pecador quando se volta para fora, afastando-se do Kutastha.
Pode-se ver todos os deuses se retirar a mente inquieta e se voltar para dentro, no Kutastha.
Além dos cinco sentidos há a mente — isto é, a respiração. Além da mente há buddhi, que é bindu, ou ponto (entre as sobrancelhas). Além do bindu, Brahma — o Si mesmo último — é o Vazio Puro, sem forma.
Aplicar corpo, mente e fala na ação é chamado Ahingsa (Não-violência).