Quando esse amor — o dom celestial da Natureza — aparece no coração, ele remove todas as causas de excitação do sistema e o resfria até um estado perfeitamente normal; e, ao mesmo tempo, revigora as potências vitais, expulsando todas as matérias estranhas — os germes das doenças — por meios naturais (sudorese e assim por diante). Assim, ele torna o homem perfeitamente saudável no corpo e na mente, e o capacita a compreender corretamente a orientação da Natureza.
A tristeza está no nível do corpo e da mente, e eu sou a testemunha imperturbada dela… Quando a mente se cala, a tristeza que ela carrega também se vai com a mente.
Lembre-se de que nada do que acontece na mente é “você”, e nada disso é seu assunto. Você não precisa se preocupar com os pensamentos que surgem dentro de você. Basta lembrar que os pensamentos não são você.
Nós somos os criadores da nossa própria felicidade e do nosso próprio sofrimento, pois tudo se origina na mente.
A mente de quem medita sobre um único objeto torna-se de um só ponto. E a mente de um só ponto leva ao permanecer no Si mesmo. A verdadeira realização é estar plenamente consciente: perceber o ambiente e as pessoas ao redor, mover-se entre elas, mas sem fundir a consciência com o ambiente. Deve-se permanecer numa consciência interior independente.
Nunca se esqueça de que tudo o que acontece é para o seu próprio bem. Tendo isso em mente, entregue-se ao Divino e suporte toda felicidade e infelicidade como um dom de Deus.
Conquiste a sua mente e conquiste o mundo.
Desenvolver preocupação pelos outros, pensá-los como parte de nós, traz autoconfiança, reduz nossa sensação de suspeita e desconfiança e nos permite desenvolver uma mente serena.
De onde surge esse “eu”? Procure-o dentro; então ele desaparece. Essa é a busca da sabedoria. Quando a mente investiga incessantemente sua própria natureza, fica evidente que não existe mente. Esse é o caminho direto para todos. A mente são apenas pensamentos. Entre todos os pensamentos, o pensamento “eu” é a raiz.
Um corpo sem doenças, respiração sem tremor, mente sem estresse, intelecto sem inibição, memória sem obsessão, ego que inclui tudo e uma alma livre de tristeza — esse é o direito de nascimento de todo ser humano.
Ele é o verdadeiro Guru que pode revelar a forma do sem-forma diante dos seus olhos; que ensina o caminho simples, sem ritos nem cerimônias; que não fecha suas portas nem prende sua respiração, nem o faz renunciar ao mundo; que faz você perceber o Espírito Supremo sempre que a mente se apega; que o ensina a permanecer imóvel no meio de todas as suas atividades. Sem medo, sempre imerso na bem-aventurança, ele mantém o espírito do yoga no meio dos prazeres.
Se tu és Turiya, consciência pura, não tens problemas. Se tens problemas, então, de algum modo, ainda estás identificado com o corpo e a mente… Os problemas sempre existem nos três estados, mas na única realidade além dos três estados não há problema… Ao perceberes a ti mesmo como isso, então vive tua vida no estado de vigília, no estado de sonho e no estado de sono profundo — tu não és afetado por nada disso.
Meditação não é sentar e ficar se mexendo, nem devaneio, nem preocupação, nem fantasia. Significa observar, com calma, a própria mente. A observação serena torna a própria mente mais serena. A serenidade da mente cria poder para ir cada vez mais fundo nos leitos dos samskaras — em todas as memórias e impressões latentes que, diariamente, provocam nossos hábitos e personalidades. Porém, ao ir aos samskaras com calma e muita quietude, observando-os, eles são queimados; eles vêm à superfície e se dissipam. Esse é o processo de purificação. É uma prática muito poderosa e essencial. Meditação é o método exato para tomar consciência de quem você é. É o treinamento fundamental para conhecer o seu mundo interior.
O yoga usa o corpo para disciplinar a mente e alcançar a alma.
A paz é algo concreto. Ela silencia a energia expansiva da mente e alimenta o coração que aspira. Paz não é apenas ausência de brigas e lutas. A paz verdadeira não é afetada pelo rugido do mundo, de fora ou de dentro. Este mar de paz está ao nosso alcance se praticarmos a vida espiritual.
Quando a mente está cheia de desejos mundanos, é da própria natureza deles confundir a mente. Retire a mente das coisas externas e volte-a para dentro.
Quando você compartilha a sua miséria, ela não diminui. Quando você falha em compartilhar a sua alegria, ela diminui. Compartilhe seus problemas apenas com o Divino, e não com mais ninguém, pois isso só aumentará os problemas. Compartilhe sua alegria com todos. Ouça os outros; ainda assim, não ouça. Se a sua mente ficar presa nos problemas deles, não só eles ficam miseráveis — você também se torna miserável.
Dentro desse cadáver de profundidade incontável, com sua mente e suas noções, eu declaro que há o mundo, a origem do mundo, a cessação do mundo e o caminho que leva à cessação do mundo.
Nossa vida é moldada pela nossa mente; nos tornamos aquilo que pensamos.
Para a mente indiana, não há nada mais alto do que os ideais religiosos; isso é a nota-chave da vida indiana.
Você consegue usar a mente racional para transcender a si mesma?
Encontre o seu próprio eu. Esteja com o seu próprio eu, escute-o, obedeça-o, estime-o, mantenha-o na mente sem cessar. Você não precisa de nenhum outro guia.
Precisamos de uma nova apologética, ajustada às necessidades de hoje, que tenha em mente que nossa tarefa não é vencer argumentos, mas vencer almas... Essa apologética precisará respirar um espírito de humanidade — a humildade e a compaixão que entendem as ansiedades e as perguntas das pessoas.
Concentre a mente no momento presente.
Creio que Tu, ó Jesus, estás no Santíssimo Sacramento. Eu Te amo e desejo-Te. Vem ao meu coração. Eu Te abraço. Oh, nunca me deixes. Que eu imploro, ó Senhor Jesus Cristo, que o poder ardente e mais doce do Teu amor absorva a minha mente, para que eu possa morrer pelo amor do Teu amor — Aquele que se agradou em morrer pelo amor do meu amor.